Miranha era tido pelo Movimento Indígena Nacionalista como a maior liderança com poder de mobilização do Amazonas
Manaus:
Ontem (9) durante o velório e enterro do Cacique Miranha várias lideranças indígenas fizeram suas homenagens e cobraram das autoridade brasileiras a elucidação do brutal assassinato.

Miranha era tido pelo Movimento Indígena Nacionalista como a maior liderança com poder de mobilização do Amazonas.








Miranha foi vitima de atentado a tiros na quinta feira (6) por volta das 13:30 hs aonde um homem desconhecido chegou na frente de sua casa na zona oeste de Manaus se passando por prestanista (nome dado no Amazonas a pessoas que vende utensílios variados de porta em porta) perguntando por uma pessoa que não morava no local e quando a vítima saiu de sua casa para atendê-lo foi ferido com 3 disparos: cabeça, tórax e perna direita.
“Se cometeram esse crime bárbaro contra um líder indígena conhecido e reconhecido mundialmente e que era recebido por autoridades de Manaus, do Amazonas, do Brasil e mundiais imagina o que não podem fazer com uma pessoa comum”, exclama Paulo Apurinã.
“Minha última homenagem ao Cacique Jair Miranha”, publicou Paulo Apurinã em sua rede social.
O Estado do Amazonas concentra a maior população indígena do planeta com cerca de mais de 300 mil indígenas que falam mais de 40 línguas e pertencem a 67 povos.
Os ASSASSINATOS dos indígenas Anderson Mura, Oimpa Apurinã, Onça Preta e Francisco Mura continuam sem repostas.
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