A iniciativa tem o apoio do Juízo da Comarca de Barcelos e busca ampliar a solução consensual dos conflitos, reduzir o tempo de tramitação dos processos e oferecer respostas cada vez mais céleres aos jurisdicionados.
A Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM), em parceria com o Sistema Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (SISPEMEC/TJAM) e com o Juízo da Comarca de Barcelos, realiza, nesta semana, um mutirão de audiências de conciliação voltado a ações bancárias e de família.
O mutirão ocorre entre os dias 27 e 29 de julho, com 114 processos pautados e distribuídos em 62 audiências realizadas na última segunda-feira (27/7), 27 audiências nesta terça-feira (28/7) e 24 audiências programadas para a próxima quarta-feira (29/7).
A iniciativa busca ampliar a solução consensual dos conflitos, reduzir o tempo de tramitação dos processos e oferecer respostas cada vez mais céleres aos jurisdicionados.
A ação conta com a participação do juiz corregedor auxiliar Yuri Caminha Jorge; do juiz titular da Comarca de Barcelos, Jânio Totumo Takeda; da servidora da CGJ-AM Larissa da Silva Veiga; da servidora da 2.ª Unidade Judicial de Processamento (UPJ) Tainara dos Reis Monteiro; e com o apoio dos militares capitão Jander de Souza Castelo Branco e segundo-sargento Flávio Silva Ramos, ambos representantes da Assistência Militar da CGJ-AM.
O mutirão, conforme seus coordenadores, contribui diretamente para o cumprimento da Meta Nacional 3 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incentiva o aumento dos índices de conciliação em todo o Poder Judiciário.
O trabalho também fortalece indicadores estratégicos, ao atuar para a redução da taxa de congestionamento processual e para a melhoria do Índice de Atendimento à Demanda (IAD). Esse índice mede a capacidade das unidades judiciárias de julgar quantidade de processos igual ou superior ao número de novos casos distribuídos, favorecendo a diminuição do acervo processual.
Os resultados refletem ainda positivamente no desempenho do Tribunal de Justiça do Amazonas no Prêmio CNJ de Qualidade, que considera, entre seus critérios de avaliação, indicadores relacionados à produtividade, à conciliação e à gestão processual.
Para a população, a conciliação representa uma solução mais rápida, econômica e consensual para os conflitos. Nas ações bancárias, favorece a renegociação e a composição entre as partes; e nas demandas de família, estimula o diálogo e a preservação das relações familiares, proporcionando uma prestação jurisdicional mais eficiente e humanizada.
Fonte: TJAM
Foto: Divulgação
