A atividade, que teve a participação de profissionais da rede de proteção às mulheres, integrou as ações da “33ª Semana Justiça pela Paz em Casa”
Mais de 50 profissionais integrantes da rede de proteção às mulheres participaram, na quarta-feira (19/8), do curso online sobre “Avaliação de Risco e Construção de Plano de Segurança”, organizado pelo Núcleo Psicossocial do Fórum de Justiça Raimundo Vidal Pessoa, da Comarca de Parintins.
A atividade integrou as ações da “33.ª Semana Justiça pela Paz em Casa” no Amazonas e a formação foi ministrada pela assistente social da Coordenadoria Psicossocial Judiciária do TJAM, Celi Cristina Nunes Cavalcante, que atua no 1.º e 4.º Juizados Maria da Penha da Comarca de Manaus.
A capacitação foi promovida em articulação com o Grupo de Apoio às Mulheres (GAM), “Projeto Aurora”, “MP por Elas” e o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Mulheres de Parintins (CMDDMPIN), buscando fortalecer o diálogo entre os diferentes serviços e profissionais que atuam no atendimento e na proteção às mulheres, no município.
A formação abordou aspectos fundamentais relacionados à avaliação de risco, à identificação de situações de vulnerabilidade e à construção de estratégias de segurança para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
O Núcleo Psicossocial do Fórum é composto pelas assistentes sociais Emile Maia, Vanessa Aguiar, Saskia Pinheiro, Aldeiza Garcia e Nêmora Pessoa, e pela psicóloga Tharzia Brelaz. O Fórum de Parintins tem como diretor o juiz Anderson Luiz Franco de Oliveira.
Avanço crucial
A assistente social Celi Cavalcante comentou que abordar a temática de avaliação de risco e plano de segurança representa um avanço crucial para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres em situação de violência doméstica em Parintins, pois padroniza as ferramentas de identificação de risco e alinha a atuação entre os diferentes órgãos de atendimento.
“Essa abordagem técnica e estratégica permite antecipar situações de risco extremo, como o feminicídio, e construir planos de fuga personalizados que preservam a autonomia da vítima. Diante disso, a capacitação transforma o acolhimento em uma resposta rápida e articulada, salvando vidas de forma direta”, disse a especialista.
Fonte: TJAM
Foto: Divulgação
